A partir do Luxemburgo, os livros em leitura e os livros disponíveis para envio. Deixem o vosso comentário, mensagem e opinião.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Opinião: "O verão dos brinquedos mortos" - Antonio Hill
SINOPSE:
O inspetor Héctor Salgado está afastado do serviço há semanas quando lhe
atribuem, extra-oficialmente, um caso delicado - o aparente suicídio de
um jovem de boas famílias. À medida que Salgado penetra num mundo de
privilégios e de abusos de poder, o caso, aparentemente simples,
complica-se de forma inesperada, e o inspetor terá de enfrentar não só
esse mundo mas também o seu passado mais obscuro, que, no pior momento,
volta para ajustar contas. Os sonhos, o trabalho, a família, a justiça e
os ideais têm um preço muito alto, mas há sempre quem esteja disposto a
pagá-lo.
OPINIÃO:
É certo que quando um livro nos desilude, o que vem a seguir acaba por pagar um preço bem alto... ou não!
Depois de uma leitura menos boa, eis que pego neste que estava há tanto tempo parado e o leio de um trago!
Um livro muito bem escrito, com personagens consistentes e um mistério que nos prende do inicio ao fim.
Este é o primeiro livro do autor e se continuar assim, terá muitos seguidores.
Temos a estória do inspetor Héctor Salgado que depois da investigação de um caso delicado, é obrigado a tirar umas férias... de volta ao trabalho é destacado para um caso que parece já decidido desde o seu inicio, mas nem sempre o que parece é... e depois de alguma investigação chegamos a um surpreendente final.
Um excelente livro, uma boa companhia, não deixem de ler.
Opinião: "A última carta de Carlota Joaquina" - José Manuel Saraiva
SINOPSE:
A Princesa Carlota Joaquina não era uma mulher bela nem sequer delicada,
mas o que lhe faltava em graciosidade tinha de sobra em ambição,
inteligência e firmeza. Entre o abandono de um marido fraco e beato e o
desprezo por uma sogra louca, Carlota Joaquina procurou sempre
satisfazer, sem olhar a meios, os seus anseios
pessoais, as suas aspirações políticas e os seus apetites sexuais…
Com uma escrita elegante e o inconfundível estilo satírico a que já nos habituou com os seus bestsellers Rosa Brava e Aos Olhos de Deus, José Manuel Saraiva relata-nos agora, de forma notável, como terá decorrido essa extraordinária aventura que foi a viagem marítima da Corte Real para o Brasil, naquele ano de 1808….
Com uma escrita elegante e o inconfundível estilo satírico a que já nos habituou com os seus bestsellers Rosa Brava e Aos Olhos de Deus, José Manuel Saraiva relata-nos agora, de forma notável, como terá decorrido essa extraordinária aventura que foi a viagem marítima da Corte Real para o Brasil, naquele ano de 1808….
OPINIÃO:
A curiosidade em saber mais sobre esta figura da nossa história era muita, uma mulher que uns consideram louca, outros ditadora... a meu ver, não passava de uma mulher solitária, humilhada e tremendamente infeliz.
Este pequeno livro é uma carta escrita pela Princesa Carlota Joaquina a sua mãe, quando é obrigada a deixar Portugal rumo ao Brasil devido à ameaça de invasão francesa.
Um pequeno livro que li a muito custo, tenho que confessar! Nunca tinha lido nada do autor e confesso que esta leitura não me deixou grande vontade de descobrir outras coisas... Um livro de ritmo tremendamente monótono, com divagações e pedaços de história pelo meio da carta (o texto principal).
Ficou bastante longe do que esperava dele.
sábado, 26 de julho de 2014
Opinião: "O segredo dos Médicis" - Michael White
SINOPSE
Na cripta da Capela dos Médicis, em Florença, a paleopatologista Edie
Granger e o seu tio, Carlim Mackenzie, estão a examinar os despojos
mumificados de uma das famílias mais poderosas da Itália do
Renascimento.
Os embalsamadores fizeram bem o seu trabalho em termos de aspecto exterior. Mas, debaixo da pele quebradiça, os órgãos encolheram até uma fracção do seu tamanho original, o que significa que é difícil recolher uma amostra utilizável de ADN. Tanto Edie como Mackenzie têm sérias dúvidas quanto à verdadeira identidade de pelo menos dois dos corpos com quinhentos anos. E ninguém consegue explicar a presença de um objecto estranho descoberto alojado junto à coluna vertebral de Cosimo de Médicis. Para Carlim Mackenzie esta é a mais fascinante e a mais perigosa descoberta da sua vida. Para Edie, é o começo de uma procura obsessiva e que põe em risco a sua vida.
Com todas as peripécias espectaculares que fizeram de Equinócio o grande êxito internacional que foi, O Segredo dos Médicis mistura passado e presente, pistas crípticas e uma ameaça constante para dar origem a um romance policial que não deixa de nos prender em momento algum.
Os embalsamadores fizeram bem o seu trabalho em termos de aspecto exterior. Mas, debaixo da pele quebradiça, os órgãos encolheram até uma fracção do seu tamanho original, o que significa que é difícil recolher uma amostra utilizável de ADN. Tanto Edie como Mackenzie têm sérias dúvidas quanto à verdadeira identidade de pelo menos dois dos corpos com quinhentos anos. E ninguém consegue explicar a presença de um objecto estranho descoberto alojado junto à coluna vertebral de Cosimo de Médicis. Para Carlim Mackenzie esta é a mais fascinante e a mais perigosa descoberta da sua vida. Para Edie, é o começo de uma procura obsessiva e que põe em risco a sua vida.
Com todas as peripécias espectaculares que fizeram de Equinócio o grande êxito internacional que foi, O Segredo dos Médicis mistura passado e presente, pistas crípticas e uma ameaça constante para dar origem a um romance policial que não deixa de nos prender em momento algum.
OPINIÃO
Factos históricos e ficção misturados num livro cheio de mistério.
O autor utiliza personagens reais e integra-as num espaço imaginário tornando este livro uma leitura bastante interessante.
Para quem, como eu, é apreciadora de romance histórico e dos mistérios dos Médicis, este é sem dúvida uma leitura que não deve ser dispensada, num livro muito bem escrito e de leitura intensa.
O autor utiliza personagens reais e integra-as num espaço imaginário tornando este livro uma leitura bastante interessante.
Para quem, como eu, é apreciadora de romance histórico e dos mistérios dos Médicis, este é sem dúvida uma leitura que não deve ser dispensada, num livro muito bem escrito e de leitura intensa.
Opinião: "O milionário de Lisboa" - José Norton
SINOPSE
O Milionário de Lisboa é a biografia romanceada de um homem que a história
parece ter esquecido. Lembrá-lo é, por isso, um acto de justiça já que o seu
nome é incontornável quando se fala da cultura nacional, nomeadamente no
teatro lírico. Uma história repleta de emoção e mistério, que tem como pano
de fundo as grandes mudanças políticas da primeira metade do século XIX e
uma sociedade portuguesa que já nessa época se debatia com muitos dos
problemas que ainda hoje a afectam: a crise económica, a opacidade nos
grandes negócios, a hipocrisia e incapacidade da justiça, e, a mediocridade
da política.
Também é uma história feita de grandes amores e paixões, beleza, ostentação, prazeres e traição que conta com um final inesperadamente dramático, ao estilo das melhores óperas do século XIX.
Também é uma história feita de grandes amores e paixões, beleza, ostentação, prazeres e traição que conta com um final inesperadamente dramático, ao estilo das melhores óperas do século XIX.
OPINIÃO
Se olhar para este livro do ponto de vista histórico, direi que é uma
excelente lição! Setembristas, liberais, patuleia tantas e tantas
referencias a uma época conturbada do nosso país. Mas como romance... É
informação a mais!
Ficamos a saber que Quintela foi um grande patrono das artes, que se envolveu em vários porojectos artisticos e contribuiu para que Portugal recebesse artistas estrangeiros, mas muito do resto que este livro nos conta é desnecessario e acaba por se tornar numa leitura maçadora.
Há que notar no entanto que o autor teve um trabalho de investigação profundo, isso aleado a uma boa escrita, que apesar de tudo é de facil compreensão, não torna a leitura completamente negativa.
Ficamos a saber que Quintela foi um grande patrono das artes, que se envolveu em vários porojectos artisticos e contribuiu para que Portugal recebesse artistas estrangeiros, mas muito do resto que este livro nos conta é desnecessario e acaba por se tornar numa leitura maçadora.
Há que notar no entanto que o autor teve um trabalho de investigação profundo, isso aleado a uma boa escrita, que apesar de tudo é de facil compreensão, não torna a leitura completamente negativa.
Opinião: "Um cavaleiro de reputação duvidosa" - Julia Justiss
Um cavaleiro de reputação duvidosa by Julia Justiss
Não há grande coisa a dizer dos livros Harlequin... As estórias são semelhantes, personagens tipo para praticamente todos os livros.
Estes romances servem para uma pausa entre livros sérios.
De notar que neste livro não notei os tipicos erros a que já me habituei nos livros Harlequin.
Opinião: "A casa negra" - Peter May
SINOPSE
A Ilha de Lewis é o local mais desolador e austeramente belo de toda a
Escócia. A rigidez da rotina diária apenas é mitigada pelo temor a Deus.
Quando um assassinato sangrento cometido na ilha revela marcas
semelhantes a um caso de Edimburgo, o detetive da polícia Fin Macleod é enviado para norte, para o investigar. Todos os anos,
doze homens da ilha, alguns dos quais amigos de infância de Fin, partem
para um remoto e traiçoeiro rochedo chamado An Sgeir, numa perigosa
epopeia para caçarem as crias de uma ave marinha local. Este é, acima de
tudo, um ritual de passagem que é ferozmente defendido contra todos os
pressupostos da moralidade moderna. Mas, para Fin, a caça encerra
memórias dolorosas, que podem, mesmo tanto tempo depois, exigir um
enorme sacrifício. A Casa Negra é um thriller com um poder e uma
visão raros. É um mistério criminal que explora as sombras das nossas
almas, num local onde o passado está sempre perto da superfície e a vida
mistura os mitos e a História.
OPINIÃO
Apesar de esperar mais acção, não posso de todo dizer que este é um mau livro ou maçador. É verdade que tantas referencias a pássaros e a violência da "caçada" nos deixa um bocadinho hesitantes, mas o desenvolvimento da estória avança relativamente bem.
Angel, um rúfia dos tempos de infância de Fin aparece morto. Um crime semelhante a outro investigado pelo detetive. Com o avançar do livro vamos descobrindo segredos há muito esquecidos e uma vingança que levou muitos anos a ser concretizada.
O que leva Fin de volta à ilha de Lewis são uma sucessão de coisas, entre elas o facto de ter nascido na ilha e de conhecer os seus habitantes, no entanto, nem sempre o que pensamos ter por garantido...
Uma boa leitura, vamos aguardar os restantes livros.
OPINIÃO
Apesar de esperar mais acção, não posso de todo dizer que este é um mau livro ou maçador. É verdade que tantas referencias a pássaros e a violência da "caçada" nos deixa um bocadinho hesitantes, mas o desenvolvimento da estória avança relativamente bem.
Angel, um rúfia dos tempos de infância de Fin aparece morto. Um crime semelhante a outro investigado pelo detetive. Com o avançar do livro vamos descobrindo segredos há muito esquecidos e uma vingança que levou muitos anos a ser concretizada.
O que leva Fin de volta à ilha de Lewis são uma sucessão de coisas, entre elas o facto de ter nascido na ilha e de conhecer os seus habitantes, no entanto, nem sempre o que pensamos ter por garantido...
Uma boa leitura, vamos aguardar os restantes livros.
domingo, 6 de julho de 2014
Opinião: "A chama ao vento" - Carla M. Soares
SINOPSE:
Um corpo anónimo é lançado à água num misterioso voo noturno sobre o Atlântico…
Vivem-se os anos mais negros da Segunda Guerra Mundial, e a vida brilha com a força e a fragilidade de uma chama ao vento. Na Lisboa de espiões e fugitivos dos anos 40, João Lopes apresenta à sua amiga Carmo um estrangeiro mais velho, homem de segredos e intenções obscuras que depressa a seduz, atraindo os dois jovens para uma teia de mistérios e paixões de consequências imprevistas.
Anos volvidos, Francisco, jornalista, homem inquieto, pouco sabe de si próprio e menos ainda de Carmo, a avó silenciosa que o criou, chama apagada de outros tempos. É João Lopes quem promete trazer-lhe a sua história inesperada, história da família e dos passados perdidos nos tempos revoltos da Segunda Grande Guerra e da Revolução de Abril. Para João, é uma história há muito devida. Para Francisco, o derrubar dos muros que ergueu em torno da memória e da própria vida.
Um retrato íntimo de Portugal em três gerações, pela talentosa escritora de Alma Rebelde.
Vivem-se os anos mais negros da Segunda Guerra Mundial, e a vida brilha com a força e a fragilidade de uma chama ao vento. Na Lisboa de espiões e fugitivos dos anos 40, João Lopes apresenta à sua amiga Carmo um estrangeiro mais velho, homem de segredos e intenções obscuras que depressa a seduz, atraindo os dois jovens para uma teia de mistérios e paixões de consequências imprevistas.
Anos volvidos, Francisco, jornalista, homem inquieto, pouco sabe de si próprio e menos ainda de Carmo, a avó silenciosa que o criou, chama apagada de outros tempos. É João Lopes quem promete trazer-lhe a sua história inesperada, história da família e dos passados perdidos nos tempos revoltos da Segunda Grande Guerra e da Revolução de Abril. Para João, é uma história há muito devida. Para Francisco, o derrubar dos muros que ergueu em torno da memória e da própria vida.
Um retrato íntimo de Portugal em três gerações, pela talentosa escritora de Alma Rebelde.
OPINIÃO:
Como a Carla quer opiniões honestas, não levará a mal a minha. :)
A favor:
De inicio confesso que me custou um pouco entrar na estória, achei o Francisco enfadonho e irritante! Toda aquela incerteza e falta de confiança...
Mas à medida que o livro avança dei por mim a admirá-lo e a compreendê-lo. A infância longe dos pais e com um avô como Manuel foi o contributo para a sua existência solitária.
A favor:
De inicio confesso que me custou um pouco entrar na estória, achei o Francisco enfadonho e irritante! Toda aquela incerteza e falta de confiança...
Mas à medida que o livro avança dei por mim a admirá-lo e a compreendê-lo. A infância longe dos pais e com um avô como Manuel foi o contributo para a sua existência solitária.
Temos neste livro uma época de medos, de repressão, em que o povo português vive na ignorância mais por medo do que por falta de informação. Tudo é censurado pelo Estado e quem ousar questionar tem uma vida perseguida.
Os personagens são consistentes, a época histórica interessante, a escrita é simples e nada entediante. Estes são ingredientes para uma leitura bastante agradável e em nada fatigante.
Gostei muito!
Contras:
Á parte a estória, o livro tem vários erros... É uma pena que uma autora com tanta potencialidade sofra com os erros de formatação/edição da obra.
"“Prefiro não dizer, receio que não me permit a carta não siga, se o fizer.” - este é apenas um exemplo, existem vários.
Os personagens são consistentes, a época histórica interessante, a escrita é simples e nada entediante. Estes são ingredientes para uma leitura bastante agradável e em nada fatigante.
Gostei muito!
Contras:
Á parte a estória, o livro tem vários erros... É uma pena que uma autora com tanta potencialidade sofra com os erros de formatação/edição da obra.
"“Prefiro não dizer, receio que não me permit a carta não siga, se o fizer.” - este é apenas um exemplo, existem vários.
No entanto estes pequenos contratempos não me farão desistir desta autora.
domingo, 22 de junho de 2014
Opinião: "Acasos felizes" - Jill Mansell
SINOPSE
Lottie não consegue acreditar no que lhe está a acontecer. Quando se é
adolescente e se está apaixonada por um rapaz completamente inadequado,
espera-se que os pais levantem objeções.
Mas Lottie já está na casa dos trinta, é uma mulher feita, e nunca imaginou que os filhos lhe pudessem fazer a vida negra por causa do seu novo namorado. Pois é, para eles, Tyler é o diabo em pessoa.
O que há de ela fazer? Estará autorizada apenas a namorar homens que tenham a aprovação deles? Não terá já preocupações suficientes com o irresponsável do ex-marido a aprontar das suas? E, para piorar as coisas, entra em cena Seb, um homem charmoso que disputa as suas afeições e que as crianças adoram. Os sarilhos e toda uma série de acasos não parecem ter fim. Conseguirá o verdadeiro amor encontrar um caminho para o coração de Lottie?
OPINIÃO
Mas Lottie já está na casa dos trinta, é uma mulher feita, e nunca imaginou que os filhos lhe pudessem fazer a vida negra por causa do seu novo namorado. Pois é, para eles, Tyler é o diabo em pessoa.
O que há de ela fazer? Estará autorizada apenas a namorar homens que tenham a aprovação deles? Não terá já preocupações suficientes com o irresponsável do ex-marido a aprontar das suas? E, para piorar as coisas, entra em cena Seb, um homem charmoso que disputa as suas afeições e que as crianças adoram. Os sarilhos e toda uma série de acasos não parecem ter fim. Conseguirá o verdadeiro amor encontrar um caminho para o coração de Lottie?
OPINIÃO
Jill Mansell raramente desilude e certamente nunca nos faz chorar... a não ser neste livro!
Uma estória de amor e desencontros, mas também de amizade e de perda, de perdão...
Uma estória de amor e desencontros, mas também de amizade e de perda, de perdão...
Quando um amor parece irremediavelmente perdido por capricho de duas crianças, algo acontece que muda tudo e é a partir daqui que a estória deste livro se desenrola.
Atrevo-me a dizer que este terá sido o livro que mais gostei, desta autora.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Resultado do Passatempo: "O braço esquerdo de Deus" - Paul Hoffman
Parabéns à vencedora!!!
True Random Number Generator 4 Powered by RANDOM.ORG
| 2014/05/30 16:31:03 | graça | simm | https://www.facebook.com/mariadagraca.aguas/posts/650470235022842 | 69.graca@gmail.com |
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Opinião: "A última noite em Lisboa" - Sérgio Luís de Carvalho
SINOPSE
A II Guerra Mundial vai no
seu quarto ano. Numa Lisboa pobre, pacata e marialva, apenas os
refugiados, as manobras militares da Legião Portuguesa e as filas que se
começam a fazer à porta das lojas denunciam a existência de um distante
e sangrento conflito.
Henrique é um jornalista que trabalha na revista A Esfera*, subsidiada pelos serviços secretos nazis, quando conhece a nova vizinha do lado, Charlotte, uma refugiada austríaca, cuja liberdade e antinazismo lhe vão abrir novas perspetivas. Cada vez mais, Henrique sente-se entre dois mundos antagónicos. De dia, trabalha entre convictos nazis; à noite, está com Charlotte e com Maria Carolina.
O que Henrique desconhecia é que os segredos e os mistérios da vida de Charlotte implicariam uma escolha dramática para os seus destinos.
*Factos reais
Embora se mantivesse neutral durante a II Guerra Mundial, o regime salazarista mantinha uma clara preferência. Provam-no os obstáculos à entrada de refugiados no país, sobretudo de origem judaica, e a autorização de publicações que assumiam o seu apoio aos países do Eixo.
A revista A Esfera é um desses periódicos.
Henrique é um jornalista que trabalha na revista A Esfera*, subsidiada pelos serviços secretos nazis, quando conhece a nova vizinha do lado, Charlotte, uma refugiada austríaca, cuja liberdade e antinazismo lhe vão abrir novas perspetivas. Cada vez mais, Henrique sente-se entre dois mundos antagónicos. De dia, trabalha entre convictos nazis; à noite, está com Charlotte e com Maria Carolina.
O que Henrique desconhecia é que os segredos e os mistérios da vida de Charlotte implicariam uma escolha dramática para os seus destinos.
*Factos reais
Embora se mantivesse neutral durante a II Guerra Mundial, o regime salazarista mantinha uma clara preferência. Provam-no os obstáculos à entrada de refugiados no país, sobretudo de origem judaica, e a autorização de publicações que assumiam o seu apoio aos países do Eixo.
A revista A Esfera é um desses periódicos.
OPINIÃO
Rico em personagens, este romance baseia-se em factos reais. Um Portugal oprimido pela PIDE, dividido entre o apoio aos nazis e à liberdade.
Henrique é um jovem que chega de Setubal para trabalhar em Lisboa, no jornal A Esfera, é noivo de Maria Carolina, uma jovem pacata.
Henrique é um jovem que chega de Setubal para trabalhar em Lisboa, no jornal A Esfera, é noivo de Maria Carolina, uma jovem pacata.
Um dia conhecem Charlotte, uma refugiada a viver no prédio de Henrique, e a vida deles muda para sempre.
Entre o sentido do dever, a amizade e o que são obrigados a respeitar, assistimos a uma evolução dos personagens.
Muitos portugueses apoiavam o nazismo e acreditavam que os massacres judeus eram apenas calunias e quem disso duvidasse e ousasse levantar a voz contra o regime era perseguido.
Muitos portugueses apoiavam o nazismo e acreditavam que os massacres judeus eram apenas calunias e quem disso duvidasse e ousasse levantar a voz contra o regime era perseguido.
Uma visão do Portugal salazarista, durante a II Grande Guerra, um livro muito bem escrito e em nada monótono. A minha estreia com o autor não poderia ter sido melhor!
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