quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Opinião: "Rumores" - Anna Godbersen

Tal como no anterior, a intriga é a base deste livro.
Repleto de ricos personagens numa época em que o que interessava era a posição social, mais do que a riqueza, estes livros contam-nos a estória de várias famílias.
Centrando-se principalmente nas jovens "casadoiras" e naquilo que são capazes de fazer para chegarem ao topo da hierarquia social.

Confesso que é um pouco assustador imaginar do que são capazes estas raparigas...
Os livros são interessantes.


terça-feira, 7 de agosto de 2012

Em leitura: "O voyeur" - Brian Freeman

Ao longo de trinta anos, Jonathan Stride, o carismático detetive que chefia a Brigada de Detetives da polícia de Duluth, foi assombrado por um crime do passado - o violento e incompreensível homicídio de Laura Starr. Mas quando Tish Verdure regressa à cidade na posse de novas provas e determinada a reabrir o processo para que o assassino da sua amiga de juventude seja punido, Stride ganha um novo fôlego e dá início a uma nova investigação.

domingo, 5 de agosto de 2012

Opinião:"O caçador de sonhos" - SK

Quando se segue uma Saga como esta, com um infindável número de personagens, é inevitável que comecemos a pensar que brevemente deixaremos de ter capacidade de nos lembrarmos de metade das estórias!
Referencias a personagens de estórias passadas, o surgimento de muitos novos...confesso que por vezes fico baralhada com tanta referência.

Este livro é um dos razoáveis... no meio de tantos, existem uns melhores do que outros e continuo a achar que no início (talvez por serem novidade) as estórias nos envolviam muito mais do que estas últimas. Fico com a sensação de que alguns livros servem apenas para nos apresentar novos personagens que podem vir a ser importantes, do que propriamente a acrescentar algo de novo à Saga.
Este livro é um romance, com muitos personagens, mas na minha opinião sem grande conteúdo.

sábado, 4 de agosto de 2012

Em leitura: "Rumores" - Anna Godbersen

A trilogia «Princesas de Nova Iorque» prossegue com Rumores, o segundo volume que promete, à semelhança do primeiro, muito glamour, rebeldia, mentiras, segredos e escândalos. Ambientado dois meses mais tarde do que em Rebeldes, Nova Iorque de 1899 é o mesmo palco de fundo para a intriga. Nos meses cada vez mais frios do final do ano, a cidade ainda chora a perda da sua «princesa» favorita, Elizabeth Holland. Mas as atenções também se voltam rapidamente para quem irá ocupar o seu lugar no coração de todos. Diana, a irmã de Elizabeth irá confrontar-se com a ambiciosa e pouco escrupulosa Penélope na conquista de Henry Schoonmaker, o solteiro mais cobiçado da cidade. À medida que a linha entre amizade e rivalidade continua a revelar-se cada vez mais ténue para as duas raparigas, Nova Iorque prepara-se para assistir a nova torrente de escândalos envolvendo a nata da sua sociedade. Especialmente quando certos rumores do passado ameaçam comprometer o futuro de todos os envolvidos…

terça-feira, 24 de julho de 2012

Opinião: "D. Estefânia, um trágico amor" - Sara Rodi

Ora não é novidade nenhuma que o género literário favorito, são os Romances Históricos, por isso ando sempre atenta ao que vai saindo para lhes deitar "um olho".
Este livro é mais do que um simples romance, é um pedaço de história, contado na primeira pessoa. D. Estefânia, às portas da morte, leva-nos numa viagem pela sua vida, desde a sua infância até ao breve casamento com D.Pedro V.
Um vida breve mas cheia de amor, de compaixão, uma vida em favor dos mais pobres... Ficamos a conhecer as obras que D.Estefânia e D.Pedro levaram a cabo, ajudando o povo português mais desfavorecido e o amor que o povo tinha pelos jovens monarcas.
D.Estefânia mostra-nos a paixão pelo marido, um amor tão intenso e tão acima do plano carnal que nunca chegou de facto a ser consumado, a rainha haveria de morrer virgem.

No final do livro temos um profundo sentimento de admiração e de compaixão pelos dois monarcas...Um daqueles livros que valerá sempre a pena ler.


Em leitura: "O caçador de sonhos" - SK

Condenado pelos deuses a viver para toda a eternidade sem emoções, Arikos apenas consegue sentir através dos sonhos dos outros. Durante milhares de anos vagueou pelo inconsciente humano em busca de sensações. Agora encontrou finalmente uma sonhadora cuja mente vívida é capaz de preencher o seu próprio vazio. Megeara Kafieri testemunhou a ruína do pai na sua demanda para provar a existência de Atlântida. A promessa da filha, no leito de morte do pai, de resgatar a reputação dele, trouxe-a até à Grécia, onde a jovem tenciona provar que a mítica ilha está no local identificado pelo pai. Em vez disso, Megeara encontra um estranho a flutuar no mar - um estranho cujo rosto reconhece de muitos dos seus sonhos. O que Megeara desconhece é que Arik esconde mais segredos do que aqueles de que ela precisa para encontrar a Atlântida. Arik fez um pacto com Hades: em troca de duas semanas como mortal, ele terá de regressar ao Olimpo com uma alma mortal... a de Megeara.

sábado, 21 de julho de 2012

Opinião: "Caçadores de cabeças" - Jo Nesbo

Quem me conhece sabe que os policiais não são bem o meu género, muito poucos são os que me prendem à leitura.
Este foi o primeiro livro que li de Jo Nesbo e não sei se irei ler algum outro... O inicio do livro foi cativante, o personagem principal deixa-nos agarradas aos diálogos, mas à medida que o livro avança as cenas passam a ser um pouco confusas e monótonas.


Em leitura: "D.Estefânia, um trágico amor" - Sara Rodi

Quando D. Estefânia saiu da igreja de São Domingos, pela mão do seu marido D. Pedro V, rei de Portugal, as vozes dos portugueses ditaram-lhe o destino: a rainha vai morta! Vai de capela! Três gotas de sangue haviam-lhe manchado o vestido branco imaculado. A jovem princesa alemã não teve forças para aguentar o peso do magnífico diadema que D. Pedro lhe oferecera como prova do seu amor. Um amor cúmplice, puro e apaixonado, entre duas almas gémeas unidas em propósito, durante 14 meses. Apenas 14 meses8. Escrito na primeira pessoa, num tom confessional e recheado de emoção, a autora Sara Rodi revela-nos a apaixonante história de D. Estefânia Hohenzollern- Sigmaringen. Uma rainha que muitos portugueses viram como um anjo que lhes trouxe a esperança que tanto lhes faltava, sempre disposta a ajudar os mais pobres e desfavorecidos. Não fez mais porque morreu jovem aos 22 anos. Sem ter deixado um herdeiro para o trono de Portugal. Mas deixando um último pedido: a construção de um novo e moderno hospital que prestasse assistências às crianças pobres e desvalidas. O Hospital D. Estefânia. D. Pedro cumpriu o último desejo da sua mulher, mas o rei Muito Amado de Portugal não resistiu à morte de Estefânia e dois anos depois partiu para junto dela.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Opinião: "A noiva italiana" - Nicky Pellegrino

Um livro que mais parece um filme... muitas imagens.
O primeiro livro que leio da autora, não achei nem bom nem mau... razoável, mas sem direito a segunda leitura.
Não é uma estória fantástica, nem os personagens são apaixonantes.

Em leitura: "Caçadores de cabeças" - Jo Nesbo

Roger Brown é um vilão sedutor, um homem que parece ter tudo: é o caçador de cabeças mais bem-sucedido da Noruega - procura e seleciona altos quadros para as maiores empresas -, casado com uma elegante galerista e proprietário de uma casa luxuosa. Mas, por detrás desta fachada de sucesso, Roger Brown gasta mais do que pode e dedica-se ao perigoso jogo do roubo de obras de arte.
Na inauguração de uma galeria, a mulher, Diana, apresenta-o ao holandês Clas Greve e Roger percebe imediatamente que não pode deixar escapar aquela oportunidade. Clas Greve não é apenas o candidato perfeito ao cargo de diretor-geral que ele tem de recrutar para a empresa Pathfinder, como ainda tem em seu poder o famoso quadro de Rubens, A Caça ao Javali de Caledónia. Roger identifica aqui a possibilidade de se tornar financeiramente independente e começa a planear o seu maior golpe de sempre. Mas depressa se vê em apuros - e desta vez não são financeiros.
Em Caçadores de Cabeças, Jo Nesbo envolve-nos numa conspiração explosiva nos meandros da elite industrial e financeira, que culmina no submundo de assassinos contratados e vigaristas. Uma sucessão de homicídios surpreendentes, perseguições e fugas espetaculares, capazes de prender até à última página o mais exigente dos leitores.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Fantasia

Guerreira especialista em balas e lâminas, Renata é superior a qualquer homem - vampiro ou mortal. Mas a sua arma mais poderosa é o seu extraordinário dom psíquico - uma dádiva rara e mortífera. Agora um estranho ameaça a sua independência ganha a custo, um vampiro de cabelo dourado que a atrai para um reino sombrio… e prazer para lá da imaginação. Viciado em adrenalina, Nikolai distribui a sua própria justiça pelos inimigos da Raça - e a sua última presa é um assassino implacável. Uma mulher atravessa-se à sua frente: Renata, a guarda-costas sedutora e calma. Mas os poderes de Renata são testados quando uma criança que ama é ameaçada, e ela é forçada a pedir ajuda a Niko. Quando os dois unem esforços, quando o desejo alimenta as chamas de uma fome mais profunda, a vida de Renata é cercada por um homem que oferece o delicioso prazer de um vínculo de sangue… e uma paixão que pode salvá-los ou condená-los para sempre… 

 Condenado pelos deuses a viver para toda a eternidade sem emoções, Arikos apenas consegue sentir através dos sonhos dos outros. Durante milhares de anos vagueou pelo inconsciente humano em busca de sensações. Agora encontrou finalmente uma sonhadora cuja mente vívida é capaz de preencher o seu próprio vazio. Megeara Kafieri testemunhou a ruína do pai na sua demanda para provar a existência de Atlântida. A promessa da filha, no leito de morte do pai, de resgatar a reputação dele, trouxe-a até à Grécia, onde a jovem tenciona provar que a mítica ilha está no local identificado pelo pai. Em vez disso, Megeara encontra um estranho a flutuar no mar - um estranho cujo rosto reconhece de muitos dos seus sonhos. O que Megeara desconhece é que Arik esconde mais segredos do que aqueles de que ela precisa para encontrar a Atlântida. Arik fez um pacto com Hades: em troca de duas semanas como mortal, ele terá de regressar ao Olimpo com uma alma mortal... a de Megeara.

Romance histórico

Quando D. Estefânia saiu da igreja de São Domingos, pela mão do seu marido D. Pedro V, rei de Portugal, as vozes dos portugueses ditaram-lhe o destino: a rainha vai morta! Vai de capela! Três gotas de sangue haviam-lhe manchado o vestido branco imaculado. A jovem princesa alemã não teve forças para aguentar o peso do magnífico diadema que D. Pedro lhe oferecera como prova do seu amor. Um amor cúmplice, puro e apaixonado, entre duas almas gémeas unidas em propósito, durante 14 meses. Apenas 14 meses8. Escrito na primeira pessoa, num tom confessional e recheado de emoção, a autora Sara Rodi revela-nos a apaixonante história de D. Estefânia Hohenzollern- Sigmaringen. Uma rainha que muitos portugueses viram como um anjo que lhes trouxe a esperança que tanto lhes faltava, sempre disposta a ajudar os mais pobres e desfavorecidos. Não fez mais porque morreu jovem aos 22 anos. Sem ter deixado um herdeiro para o trono de Portugal. Mas deixando um último pedido: a construção de um novo e moderno hospital que prestasse assistências às crianças pobres e desvalidas. O Hospital D. Estefânia. D. Pedro cumpriu o último desejo da sua mulher, mas o rei Muito Amado de Portugal não resistiu à morte de Estefânia e dois anos depois partiu para junto dela.

Nascida em meados do século XII, a narradora e protagonista desta história, filha de uma moura e de um cruzado normando, é uma mulher singular, que nos conduz por territórios ainda muito frágeis, de variadas crenças, interesses e cores. Quando Sancho I, em 9 de dezembro de 1185, for aclamado rei, assumindo na íntegra a pesada herança do fundador da nação, terá uma dramática luta pela frente, marcada internamente pela necessidade de segurança e organização do território, mas também por sucessivas catástrofes naturais, fomes, pestes, intrigas e conflitos constantes com a nobreza e com o clero. Ensombrado pelas ameaças dos reinos de Leão e Castela, pelo poderio do império almóada, e pela excomunhão de Roma, Portugal enfrenta o não menos difícil desafio de se assumir e de se consolidar como terra independente. A Esmeralda do Rei é uma incursão assumidamente ficcionada pelos primeiros reinados da História de Portugal; uma impressão do autor sobre as originalidades e as raízes do ser e do sentir português. Um desígnio de liberdade e de conquista, a busca de um lugar e de uma identidade, que se hão de cumprir à margem do tempo. Um mergulho às profundezas do ser humano, às suas origens e à sua espiritualidade, tantas vezes em confronto com as suas fragilidades, mistérios e interrogações. A certeza de abrir as asas e chegar ao infinito...