Quando o detetive Duncan Hatcher é chamado à mansão do juiz Cato Laird
para investigar uma morte, compreende que a discrição é a chave para
manter o seu emprego. Elise, a mulher-troféu do juiz, afirma ter matado a
tiro um gatuno em legítima defesa, mas Duncan tem quase a certeza de
que ela mente. A investigação que faz ao passado pouco suspeito de Elise
convence-o de que ela é mentirosa, manipuladora e, mais do que
provavelmente, uma assassina. Mas quando Elise desaparece…
Sem saber
em quem acreditar, Duncan vê-se envolvido na investigação de um
homicídio que desafia a sua lógica, o seu infalível instinto e a sua
inabalável integridade. Não confia em ninguém, exceto na palavra do
criminoso que prometeu eliminá-lo. E confia ainda menos na mulher que
mais deseja.

"Escreva-me Emmi. Escrever é como beijar, mas sem lábios. Escrever é beijar com a mente."
Quando
sopra o vento norte é um romance divertido, animado e irresistivelmente
cativante, cheio de reviravoltas, sobre um caso de amor vivido
exclusivamente por e-mail.
Tudo começa por acaso: Leo recebe por
engano alguns e-mails de uma desconhecida chamada Emmi. Educadamente,
responde-lhe e Emmi retribui.
Esta troca de e-mails desperta uma
curiosidade intensa entre os dois e, quase de imediato, Emmi e Leo
começam a partilhar confidências e desejos íntimos.
A tensão entre
ambos aumenta, e o encontro parece iminente. Mas Emmi e Leo adiam o
momento. Porque, afinal de contas, Emmi é casada e feliz.
Serão os
sentimentos que nutrem um pelo outro suficientemente profundos para
sobreviver a um encontro real? E, depois desse momento, o que os espera?

A pequena Isabelle, de onze anos, não diz uma palavra há quase um ano.
Desistiram dela quatro psiquiatras, classificando de impenetrável o seu
silêncio. Os seus pais sentem-se incrédulos e aterrorizados com o
isolamento da filha e com o facto de gradualmente estarem a perder o
controlo sobre a vida familiar. A escola de Isabelle, que até agora
tomou a atitude extraordinária de a deixar fazer os testes e trabalhos
em casa, está prestes a expulsá-la, obrigando os seus pais a
confrontarem-se com a possibilidade de aquilo que julgaram tratar-se de
uma extravagância de adolescente, uma fase, ser afinal uma transformação
definitiva, um isolamento de onde a filha poderá nunca vir a sair.
Dezembro constrói um quadro inesquecível de uma família em crise e
de um mês na vida de uma rapariga inteligente e fascinante, encerrada
num isolamento criado por si própria e do qual só ela pode decidir
libertar-se.
De leitura compulsiva e emocionante, Dezembro é uma obra de uma originalidade maravilhosa e de grande impacto emocional.

Ema é uma herdeira rica, inteligente e bela. Optimista, consciente da
sua superioridade, segura de " si mesma, fiel respeitadora das
‹‹conveniências›› - enfim, o tipo acabado da "verdadeira senhora›› -,
passa o tempo a combinar casamentos ‹‹convenientes" entre amigos e
protegidos.
Um dia, sem arranjos prévios, ela própria é pedida em casamento pelo Sr.
Knightley. Ema não assume um compromisso, mas não o desencoraja ,
debatendo-se com um drama interior: o pretendente é amado por uma das
suas melhores amigas, a qual Ema deseja ver feliz e ‹‹convenientemente››
casada. No íntimo, porém, tem um sentimento de aversão ao casamento de
Harriet com Knightley e não pelas questões de conveniência que tanto
respeita: é que ela própria ama Knightley.
Ema cede finalmente a um amor que tem razões mais fortes que a própria razão.